Tenho medo de ser possessiva. Mas quem não é? Tenho medo de confundir amor com posse. Você é meu e ponto final! Mas até quando isso é verdade?!

Todos temos limites e não somos donos de ninguém. Como diz a famosa música d’Os Tribalistas “eu não sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”. Admiro quem consegue levar essa frase ao pé da letra. Quisera eu ser de todo mundo, e todo mundo ser meu também.

Mas não sou assim. Eu sou um possessiva e ciumenta. É difícil não ser quando você não é criada num mundo tão liberal, ou com  uma visão tão moderna. Sou sim conservadora, careta, não sigo tendências e nem moda hippie e, por isso, me torno chata nesse mundo onde as coisas estão cada vez mais ousadas e sem sentindo.

Já disse que não sou muito de sair, de cervejas, de baladas…eu sou de casa, sofá, filmes e coca-cola. Só que agora, eu tenho quase 22 anos, e uma faculdade nas costas. É diferente. BEM diferente.

Muito se fala desse filme, principalmente, nos food blogs, tudo por causa de Julia Child, uma famosa cozinheira da mão cheia, que estrelava um programa culinário nos EUA nas décadas de 60/70/80.  “The French Chef” era o nome do programa, e o intuito era introduzir a cozinha francesa aos americanos. Julia viveu em Paris com seu marido Paul, e foi lá que aprendeu a cozinhar e começou a escrever seu livro mais famoso “Mastering the Art of French Cooking” numa tradução livre “Dominando a Arte da Cozinha Francesa” com a colaboração de Simone Beck.

Falando agora de Julie Powell, uma americana que estava entrando em crise emocional e beirando aos trinta anos, resolve enfrentar um projeto um tanto ousado, fazer em 365 dias as 524 receitas do famoso livro de Julia Child. Para isso, ela decide colocar todas as suas peripécias num blog, com a ajuda do marido, Eric.

O blog virou um livro e o livro virou um filme, estrelado por Meryl Streep, como Julia Child, e Amy Addams, como Julie Powell. Muitos dizem que talvez, Meryl Streep ganhe o Oscar ano que vem. Certo é que a atuação dela está excelente, incrível e deslumbrante, uma Julia Child como Julia Child, mas acho que não é para tanto. Adoro a Meryl Streep, mas vamos com calma. (haha)

Não li o livro até o final, por simples e pura falta de tempo. Queria terminar de ler antes de ver o filme, mas minha curiosidade foi maior.

Todas as críticas do filme ressaltam a atuação de Meryl Streep, e de como o filme é maravilhoso. Eu me pergunto: “será que eu vi o mesmo filme que essas pessoas?”. Não que o filme não seja maravilhoso, ele é, mas o livro é muito mais aventureiro e muito mais emocionante que o filme.

Julie & Julia, o filme, é muito mais Julia Child que Julie Powell. É uma mini biografia de Julia Child, e de como surgiu o seu grande livro. Agora o livro, Julie & Julia, tem muito mais Julie Powell, e das suas grandes aventuras pela culinária francesa. Não estou achando ruim, não é isso, mas que faltou um pouco mais de história contemporânea de Julie Powell, isso faltou um pouquinho. Lagostas vivas, miúdos, maionese, boeuf bourguignos e as bebidas ficaram um pouco superficiais na história do filme.

Acho que me decepcionei um pouco, porque esperava muito mais das aventuras de Julie Powell, de muito mais comida e muito mais amigos se divertindo. E o que os outros esperavam era muito mais Julia Child, e seu descobrimento da cozinha francesa.

De qualquer forma, vale a pena num domingo a tarde, regada a pipoca com bastante manteiga e um coca-cola gelada. ;)

Bon Appetit!

Eu acho tão ridículo os meninos que ficam chamando as outras meninas de “linda”. “Bjos, linda”. Eu odeio que me chamem de linda porque isso é tão universal, tão padrão, tão normal. Sinto-me muito especial quando sou chamada assim (NOT!).
É claro que não me sinto nem um pouco especial, muito pelo contrário, me sinto como mais uma garota qualquer. Qualquer sim, porque se você parar para pensar, o “linda” se encaixa em qualquer categoria de “compromissos descompromisados” – ficante, paquera, amiga, casinho – menos na categoria de namorada. Chamar sua namorada de linda é regredir todo o processo, é deixar ela no nível mais baixo que sua amiguinha da faculdade, é dar a ela o benefício da dúvida, e meu caro, tenho certeza que você não quer plantar dúvidas na sua namorada.

“Linda” é tão genérico como “anjo”. “Oi, meu anjo” e há garotas que morrem só de ser chamadas assim. É engraçado, ou talvez eu não tenha nenhum senso do romantismo piegas, mas confesso, quando eu perguntava “tudo bem”, gostava de ouvir um “melhor agora”. Ownn, isso sim é fofo! hahaha

Estou na praia. Estou POSTANDO do apartamento da praia, o que é engraçado, porque antigamente, eu tinha que pagar três reais para ficar uma mísera hora na internet. haha

Não estou pagando por estar na internet. Ah, as maravilhas do wireless.

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Sábado passado fiz minha apresentação para o Projeto Experimental. Conseguimos entregar! Conseguimos apresentar! Conseguimos fazer um bom trabalho! Alguns delizes de direção de arte, mas ninguém no grupo é designer ou diretor de arte profissional, então dá pra relevar. No todo, não houve uma crítica ruim, todas foram super construtivas, e gostaram do que viram. A campanha poderia ter sido mais clean, como o produto? Poderia, mas por que fazer algo parecido com o que já existe, não é mesmo?

Sem explicações do porque disso, do porque daquilo. Tudo mais foi um sucesso! Só os eagorajoseanos? e alnguns professores sabem do processo louco e das complicações que tivemos neste dois últimos meses – set/out.

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Estou feliz por ter feito um bom trabalho, por ter concluído meu curso de 4 anos com satisfação. Estou aliviada por ter terminado e mais uma vez, por ter conseguido!

O meu muito obrigada a todos que participaram do Projeto: Aaron, Jéssica, Jú, Marcelo, Roberto e Thaís. Todos contribuíram a sua maneira, com seu talento e criatividade! Houve desentendimentos, sumiços e muita frustração, mas no final tudo deu certo e foi um sucesso! Obrigada a todos que reconhecem isso também!

Obrigada também à @varetinha, @whatsrocking, @leoon e @juliolas que compareceram, e me deram muita força! Ao @juliolas, principalmente, por ter me aguentado nesses últimos meses, me dado muito apoio e muitas ideias bacanas!

@varetinha e @leoon, meu casal nintendista favorito! :)

@whatsrocking, amiga de Cásper, de publicidade, de vimeo, de flickr, de muitas coisas boas! Obrigada por ter ido! Uma surpresa muito boa! :)

E é isso. Deixo agora o vídeo que apresentamos no final da apresentação:

Editado por: Aaron Hwang

Texto: Thaís Batista

Fevereiro 2006 – Dezembro 2009

Chega a ser inacreditável que vou me formar já, esse ano. Ainda me lembro muito bem, principalmente, da sensação de quando descobri que passei na Cásper. Era um sonho? Não digo que era o MEU sonho, mas era o meu maior objetivo até então.

Consegui, e entrei! E 4 anos se passaram de lá pra cá. Meu Deus! 4 anos, JÁ?

Como a memória ainda é fresca, não é mesmo? 4 anos são 48 meses, 17.520 dias 420.480 horas da minha vida! Dá um medo. Um medo do tipo “o que é que eu vou fazer agora?”.

Bem, eu ainda tenho muita coisa para terminar, antes de terminar, de fato, a faculdade, mas já estamos na reta final.

Quando você entra na Cásper Líbero você não entra com a melhor sensação do mundo. É um prédio abafado, e podemos circular só por 4 andares. Dividimos muito espaço com o pessoal da Gazeta e Objetivo. Divido meu andar com uma central de telemarketing, onde antes era uma lanchonete, uma lanchonete “especialmente” para nós, publicitários (haha).

A Cásper Líbero me deu muitas alegrias também! Muitas risadas impagáveis, muitos momentos bons! Muitas festas bacanas, divertidas, cheias de gente bonita e descolada! A Cásper me deu JUCAS, mas os quais eu não aproveitei devidamente. Talvez ano que vem, quem sabe? Ela me deu uma biblioteca imensa! Cheia de DVD’s ótimos e livros maravilhosos! A Cásper me deu oportunidades, chances e um olhar diferente sobre as pessoas e, consequentemente, da vida.

Ah, a Cásper me deu um namorado também, e vamos fazer 4 anos juntos, mas isso é outra história.

Sinto saudades desde já, mas tenho uma preguiça de ir pra lá. (hahaha)

Cásper, um beijo, so long, and thanks for all the fishes! :*

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Eu sofro porque eu quero.

Gênio.

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A cada meia dúzias de palavra que eu solto, eu ouço um “cala a boca, você não sabe o que está falando”.

Então, eu prefiro me calar. Calar-me para sempre, e nunca mais ouvir “cala a boca, você não sabe o que está falando”. E nunca mais ouvir você.

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Rô e Manu. Prima que eu não via há 11 anos. :)

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  • A mensagem no meu biscoito da sorte dizia o seguinte:"Consciente do perigo que toda reforma implica, tudo irá bem no final". HAHAHAHA 1 day ago
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