“A vida podia ser mais fácil, a gente podia fugir para uma ilha deserta, onde eu usaria meus conhecimentos em engenharia e arquitetura contemporânea para construir a mais linda casa de bambu e folhas de palmeira (…) E aí, no mar dessa ilha, você ia tirar fotos de todos os golfinhos adestrados por mim para fazer cambalhotas no ar.”

J.L.

Quando tudo parece não ter mais jeito e a minha vontade é de enfiar a cabeça no travesseiro e gritar para ninguém ouvir, você vem com todo o seu charme e amor. Te conheci há dois anos, no hall do quinto andar. Tinha medo do passado que não presenciei, mas que agora, faço parte. Não tenho medo de pular com você, amor. E pularei mais alto, para andarmos juntos depois.

Tem cara de menino, e ainda é um muleque. Joga winning eleven, e não sabe tirar foto. Sonha alto, sonha muito alto, e não é de peixes. É o meu gaijin. Sempre foi, e sempre será. Único na minha vida. Meu melhor amigo, meu amor. Te amo!

Crianças. Ai que coisinhas mais gracinhas, mais fofinhas, mais tchutchutchus! Seriam o Paraíso na Terra, se eu tivesse a paciência do tamanho do universo para suportar os berros, os gritos, as manhas, os choros, os colos, os quero-isso-quero-aquilo, etc.

É claro que eu penso se serei sem paciência com meus filhos, e não sei, tudo vai depender deles, e do karma que eu carrego.

Mas confesso, criança dos outros é melhor. Eu me divirto horrores com as repetidas que temos aqui na família, e já me diverti horrores com a pequerrucha que ligou a luz da no-patience em mim, pois nos meus 15 anos, eu tinha que olhá-la. Agora, mocinha com 8 anos, não precisa mais de mim.

Tá aqui um vídeozinho fofinho das minhas repetidas. Repetidas eu digo, porque elas são gêmeas (não idênticas) como vocês vão perceber.

E aí, quem arrisca a me dizer o nome inteiro delas?

Confesso. Fiquei ausente esse tempo todo e foi por pura preguiça de escrever. Aconteceram várias coisas, sim, mas ficar em frente ao PC já  não é mais o meu hobby favorito. Dormir, tirar uma soneca, cochilar e qualquer outra atividade que se assemelha a ficar deitada na cama, descansando, tomou conta deste ser que vos escreve.

Depois de devidamente explicada a minha ausência, vamos ao que interessa.

No último feriado prolongado do ano, eu fui para Guaratinguetá, quando teve o JUCA - Jogos Universitários de Comunicação e Arte. É igual aos Jurídicos, Economíadas e essas coisas todas. Mas é o seguinte, eu sou uma fresca de categoria maior. Foram quatro dias em meio a um chão pegajoso, banheiros sem papel higiênico, e chuveiros lotados. Frio e falta de transporte. Os jogos poderiam ter superado toda essa bagunça. Bem, até que tentaram, mas “Oh oooh oooh. Que torcida é essa?”. É Bateria que atrasa em jogo de futsal contra a B.A. É ônibus que demora duas horas. É ter que pagar 3 reais pela água em uma balada, diga-se de passagem, OPEN BAR. É o cúmulo. É o fim da picada.

Mas, veja bem, seria mentira se eu dissesse que não me diverti, que não foi legal gritar “CHUPA MACKENZIE”, “EI, VOCÊ AÍ, QUERIA ESTAR AQUI, QUERIA ESTAR AQUI. CÁSPER!”, “LOCO, LOCO, LOCO, LOCO, EU SOU DA CÁSPER!”, “FORÇA CÁSPER, CÁSPER LÍBERO!”, entre outros gritos de guerra que são deliciosos de gritar! Seria mentira também se eu dissesse que não me aproveitei de todas as situações aproveitáveis, que açaí com leite ninho, banana e mel é ruim, que tomar Jurupinga e não sentir o frio da noite durante 2 horas esperando o ônibus não foi legal, que sentar no topo do brinquedo e ver a galera dançando a “Dança do Quadarado” não me rendeu gargalhadas, e que a pior coisa foi ter saído no início do show do Molejo para me esquentar.

Ok, foram quatro dias únicos e divertidos. Com muitas piadas e risadas. Será que o JUCA 2009 me espera? Ainda não sei. Convença-me a ir de novo, e me prometa que vai ser melhor que 2008! =D

Além de quê, tive o melhor jantar de aniversário de dois anos de namoro: uma dupla de casperianos, contra um grupo de mackenzistas! Fazendo jus a nossa antena, que é maior que a sua e melhor que a da Globo!  :D

Quando você volta do JUCA, você volta meio tonto. Isso é fato. Parece que foi transportado para outra dimensão, e ao voltar para a realidade cruel do mundo você se choca contra um muro. A segunda-feira seguinte ao meu retorno, foi um tanto estranha. Até me acostumar em dormir na minha cama, ter o banheiro só para mim, etc, foi um dia longo, e cansativo.

Ok, depois disso tudo ainda consegui tirar as fotos para a revista Imprensa da Cásper, com direito a um elogio do editor-chefe “finalmente, uma aluna que sabe o que é foco”.  Acho que estou indo para o caminho certo. Daqui a pouco compro uma conta PRO no flickr e fica tudo mais ou menos encaminhado, só falta a minha Nikon D60 (para começar pequena) e depois conseguir uma D300. (HAHA).

O post já está longo demais. Tenho ainda muitos assuntos para tratar, mas acho que vou deixar para depois. Filmes que assisti e livros que terminei de ler serão assuntos para um próximo. Então, um até breve! :P

 

Ainda não respondi a carta da Flavia. Imagino que ela deva estar extremamente puta comigo (aliás, quem é que não estaria), e ela ainda vai ficar mais puta, porque minha idéia de mandar a carta será somente daqui a umas duas semanas e quando eu mandar, ela vai receber uma SUPER carta. Aí, eu quero ver!

Eu lembro de quando a gente terminou o colegial e prometemos uma a outra de mater contato e mandar, ao menos uma vez por mês, ou a cada dois meses (por aí, não lembro), uma cartinha contando as novidades, as frustrações, os pensamentos e tudo aquilo que a gente gosta de saber da outra pessoa.

cartas

É, não foi isso que aconteceu.

Três anos se passaram, e acho que trocamos apenas umas duas ou três cartas (no máximo), e também só vi a Flá uma única vez. Assim como só vi a Amália e a Paula também uma única vez. Fomos cada uma pro seu canto. Sinto saudades gigantes, mas eu sei que não vai adiantar uma saída, um barzinho, ou uma balada. Tem que ser uma comemoração, uma baita comemoração, porque, meninas, temos MUITO assunto para colocar em dia, e MUITAS fofocas para contar.

Então, Flá, me espere que estou chegando.

Um beijo,

Natália

No último domingo, no metrô Sé, quando voltava do passeio do zoológico, uma mulher (bonita até), entra no vagão.
Estava um frio pra burro, e a mulher com seu topzinho decotado e de braços de fora. Tudo bem se fosse apenas isso. Porém, a mulher estava com a calça aberta, assim, como posso explicar?

Sabe o lugar do botão e do zíper do jeans? Bom, eles estavam meio que “curvados” para dentro, e assim, formava-se um “V”, no lugar do zíper e do botão e fazia com que a barriga e um pouquinho mais, ficassem totalmente a mostra. Desinibidíssima. Além de doidona, muito.
O fato só ficou mais estranho quando um tipo de “metaleiro” ou “fake metaleiro” começou a paquerar a moça. Além do mano ZL que estava na frente dela tentando fazer a mesma coisa que o “fake metaleiro”.

O engraçado foi ver a tentativa do “metaleiro” quando a moça disse que queria fazer xixi. “Ela estava desesperada, você não está entendendo”. Até que ele a convence a descer na Penha, a estação, pelo que eu entendi, que ele iria descer. E se não fosse por ele, a moça teria deixado a bolsa dentro do vagão.
E o coitado do mano da ZL ficou ali. Vendo sua musa do baile funk ir embora com um fake heavy metal.

Mesmo com 9 pessoas por metrô quadrado nos horários de pico, o metrô é o lugar mais divertido para observar as pessoas.

Ai ai, seres humanos e suas necessidades neandertais!

Estou meio ausente do blog, mas é por falta de tempo e criatividade.

1. Tenho que responder a carta da Flá
2. Assistir aos dois últimos capítulos de LOST
3. Quero escrever sobre o novo álbum solo da Fernanda Takai
4. Quero escrever sobre a Virada Cultural
5. Quero falar sobre a minha semana de provas na faculdade
6. Quero falar sobre o passeio de domingo no zoológico
7. Falar sobre o novo drama do Woody Allen

E, por enquanto, acho que é só.
Depois mais.

(Alguns dos assuntos riscados passaram da data de validade. Não valem mais a pena, ou seja, não quer dizer que foram cumpridos. Mas assisti LOST! E, por enquanto, eu digo a vocês: sensacional!)

Há duas semanas peguei uma dor de garganta que não quer me largar. Tomo antibiótico, e ela passa, mas logo depois, volta. Hoje, sofri de um desespero silencioso. Estava com fome, (muita) fome, estava um pouquinho cansada, e minha garganta arranhava feito gato afiando as garras. Creio eu, que ninguém deva ter reparado, mas eu estava com raiva do mundo, de mim, e da vida, pois para beber água é um sacrifício. Para falar então, penso mais que duas vezes antes de dizer alguma coisa. Mesmo que eu não seja uma pessoa que fale muito, às vezes eu tenho algo a dizer, sabe?

Ei, você que fez a macumba para mim, tá na hora de desfazer, não acha?

Ai dores de fim de mundo! Males do meu pesar! Peço socorro aos Céus. Que os anjos me iluminem, e que o universo não conspire contra mim.

Ontem teve balada da faculdade. Eu fui, como toda “boa” casperiana. De verdade mesmo, antes não tivesse ido, porque aquilo lá, não é para mim, ou melhor dizendo, não é para nós.

Não gosto das músicas, a Bateria sempre toca a mesma coisa (inovação, gente, inovação), agora além de um Homem Pássaro barrigudo, surgiu uma Mulher Passarinha de chapinha. Pura palhaçada. Teve um hora em que me encontrava na frente do palco, e fiquei apenas olhando e pensando para aquelas figuras que estavam em cima dele, em como eles podem ter tanta coragem de fazer aquilo, cantar aquelas músicas, agitar a galera daquele jeito mais idiota possível. O que é aquele menino imitando o Seginho Mallandro tão bem? Sério, acho que deve ter passado a infância assistindo muito ao programa dele! Talvez, a única coisa que salva é o Homem Grito, o grande Homem Grito. Melhor figura!

Aterrorizando

Depois desses profissionais do riso saírem do palco, entrou o maior, o grandioso, o ilustre Séginho Mallandro, para delírio da galera! “Chupa Mackenzie”, “O Sérginho comeu a Xuxa” e outras pérolas foram os gritos de guerra que ergueram aquela galera. É, não aguentei ficar mais que 5 minutos ali.

E ok, não vou comentar de pessoas.

Deve ter sido a falta de bebida que me fez ficar chata desse jeito. Mas eu não ia arriscar beber alguma coisa de estômago vazio. Nossa, eu comeria um Black Dog FÁCIL, se tivesse um, como aconteceu em um ano aí, mas não, o pessoal cool da Atlética fez questão de botar algo diferente, como TEMAKI. TOMARNOCU!

Se não fosse por ele, tudo teria ido por água abaixo. Ele que me fez rir de tudo aquilo e não ficar com cara de bosta. Melhor companhia, minha salvação na faculdade. Sério mesmo! <3

Pois é, como disse num post antigo, minha irmã e o marido estavam com a idéia de ir para o Japão. Aconteceu. Eles se foram na madrugada de terça para quarta-feira. Chegaram lá na quinta-feira de madrugada (horário de Brasília). O que eu não chorei no aeroporto, eu choro agora. Tonta eu? Claro!

Primas

Outro dia, sonhei que eu e ele estávamos em Nova York, mais especifícamente em Little Manhattan. A nossa Manhattan. Hoje, ele sonha que estamos na cozinha de nossa casa, e eu leio sua crítica em voz alta, enquanto ele cozinha alguma coisa.

O quão feliz ele me faz? Mais que um tanto imaginável!

<3