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Fevereiro 2006 – Dezembro 2009

Chega a ser inacreditável que vou me formar já, esse ano. Ainda me lembro muito bem, principalmente, da sensação de quando descobri que passei na Cásper. Era um sonho? Não digo que era o MEU sonho, mas era o meu maior objetivo até então.

Consegui, e entrei! E 4 anos se passaram de lá pra cá. Meu Deus! 4 anos, JÁ?

Como a memória ainda é fresca, não é mesmo? 4 anos são 48 meses, 17.520 dias 420.480 horas da minha vida! Dá um medo. Um medo do tipo “o que é que eu vou fazer agora?”.

Bem, eu ainda tenho muita coisa para terminar, antes de terminar, de fato, a faculdade, mas já estamos na reta final.

Quando você entra na Cásper Líbero você não entra com a melhor sensação do mundo. É um prédio abafado, e podemos circular só por 4 andares. Dividimos muito espaço com o pessoal da Gazeta e Objetivo. Divido meu andar com uma central de telemarketing, onde antes era uma lanchonete, uma lanchonete “especialmente” para nós, publicitários (haha).

A Cásper Líbero me deu muitas alegrias também! Muitas risadas impagáveis, muitos momentos bons! Muitas festas bacanas, divertidas, cheias de gente bonita e descolada! A Cásper me deu JUCAS, mas os quais eu não aproveitei devidamente. Talvez ano que vem, quem sabe? Ela me deu uma biblioteca imensa! Cheia de DVD’s ótimos e livros maravilhosos! A Cásper me deu oportunidades, chances e um olhar diferente sobre as pessoas e, consequentemente, da vida.

Ah, a Cásper me deu um namorado também, e vamos fazer 4 anos juntos, mas isso é outra história.

Sinto saudades desde já, mas tenho uma preguiça de ir pra lá. (hahaha)

Cásper, um beijo, so long, and thanks for all the fishes! :*

cásper

Eu tenho um cabelo que não se decide.  Ou ele é “ondulado”, ou é liso, ou não é coisa nenhuma. O que ele é mesmo é ARMADO, assim, igual a uma juba de leão mesmo!

ai, meninë, a minha ainda tá mais bonita, se liga no 220V!

ai, meninë, a minha ainda tá mais bonita, se liga no 220V!

Nunca tive as manhas de fazer escova e/ou chapinha, nunca tive/tenho paciência para isso, aliás, nunca tive paciência para momentos mulherzinha. O máximo que eu vou em cabeleireiro é para ocasiões especiais, e somente para cortar “as pontas”. Minha mãe fica doida com isso, mas o cabelo é meu, né não?

Anyway…esses dias percebi que meu cabelo não tem jeito mesmo, que se faz necessário utilizar dessas escovas que reduzem volume, alisam, deixa o seu cabelo igual a uma vassoura de piaçava a uma modelo de comercial de shampoo, e resolvi testar a tal da “escova redutora”.

Ok, eu fiz ela hoje, meu cabelo agora tá só o tchan, sabe? Muito lindo e coisa e tale. Esvoaçante,  tipo coisa de modelo num estúdio fotográfico. Só que tô com aquele medinho de lavar e a arapuca se formar, mas o que é uma vida sem emoção?É que foi assim, eu fiquei três horas sentada na cadeirinha do moço, e faz escova, e faz chapinha, e passa produto, e lava cabelo, e seca, e passa mais creme…e assim que minha bunda ficou quadradona. Espero que todo esse e$forço tenha valido a pena, né?

Chega de fazer touca feita de meia-calça. HAHA. Liberdade para os meus fios de cabelo da chuquinhas e coques infernais.

Viva à Revolução!

Quem me conhece, com certeza diria que eu não sou para jogos de futebol e muito menos estádios lotados. E, de fato, eu não sou. Mas, para tudo tem uma primeira vez, não é?

Já fui fanática pelo Corinthians. Fanática de assistir todos os jogos pela Globo, saber os nomes dos jogadores e ir com camiseta do time para o colégio no dia seguinte. Mas isso faz o que, uns 9 anos atrás. Até que resolvi parar com esse fanatismo que me deixava mal. Ficava muito ansiosa, seja se o Timão ganhasse ou perdesse, e ficar ansiosa não faz bem para ninguém, tanto que eu não dormia direito depois da partida e ia para a escola toda podre depois.

Os anos se passaram e eu parei de assistir jogos de futebol, parei de me interessar sobre o Corinthians e sobre qualquer outro time, simplesmente parei com tudo.

Hoje, não sei mais nada sobre o que acontece no mundo futebolístico e, principalmente, Corintiano, mas, mesmo assim, sábado passado fui convidada a ir até o Pacaembu assistir Corinthians e América do Rio Grande do Norte. De início dei aquela hesitada básica, mas concordei em ir, até porque em 20 anos nunca pisei em estádio de futebol, a não ser aqueles minúsculos quando tinha jogo do time da escola.

E eu lhes digo, caríssimos, foi uma ótima experiência!

É claro que eu não fiquei com quem bagunçava, eu fiquei ali, com a velha guarda, com a família, toda bonitinha, sentadinha nas cadeiras numeradas (e cobertas, amém). E, para minha surpresa, como tinha criança naquele estádio, meu Deus. Ou estava vendo uma partida de futebol ou o Criança Esperança, pensei. Mas foi lindinho mesmo assim.

Um menininho sentou do meu lado, e ele estava com o vô. O vô carregava aqueles radinhos de pilha, muito old school. E também era a primeira vez do menininho em um estádio de futebol, assim como eu. :D

O jogo começou e tudo pareceu meio morno. O sono bateu. O tédio bateu. A emoção bateu. 3 gols bateram e arrebentaram o América do RN! Não tomei sorvete, nem comi Doritos, nem tomei Coca-cola em copo de Pepsi. Se foram mais de 90 minutos da minha vida, em um estádio de futebol lindo. O pôr-so-sol veio e bateu aquela brisa de fim de tarde, que só aquela brisa de fim tarde sabe o que é.

Ah, mas valeu a pena. Não voltei a ser torcedora fanática, para tristeza do meu namorado, mas foi bom.Talvez seja a primeira de muitas impressões que virão!