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Livros
“Os Contos de Beedle, o Bardo” que é uma coletânea de vários “contos de fadas” bruxos. Muito legal para quem está com saudade de novidade de HP.
Um guia muito bonito e muito eficiente para planejar uma viagem à NY. *em inglês
Um livro da história mundial a partir da década de 50, que conta, através de fotografias tiradas pela famosa agência Magnum, fatos históricos que marcaram décadas.

Presentes vindos do Japão
Minha irmã mandou uma caixa do Japão com presentes para todo mundo. Esses eu que ganhei. A caixa chegou exatamente no dia de Natal, mas como foi entregue na casa da irmã do meu cunhado, eu só
pude pegar minhas coisas dia 25. Mas, ah, que alegria! A gente pensava que a caixa só ia chegar lá pra fevereiro, já que ela viria tanto por avião quanto por navio. Mas não teve dia melhor pra chegar, não? A maior surpresa foi o creme da Victória’s Secret. Gosto tanto, porque esse cheiro me lembra a Fá, como já disse aqui.
Além disso tudo, ainda veio chocolates, que foram meus pais que ganharam, mas até parece que eu não vou roubar alguns, huh?
E assim se foi mais um Natal. Cheio de esperança e alegria.
Quem sabe, em 2009, essa “árvore” não será exatamente desse jeito, hein? Tudo é possível! Até com photoshop!
Pois é, como disse num post antigo, minha irmã e o marido estavam com a idéia de ir para o Japão. Aconteceu. Eles se foram na madrugada de terça para quarta-feira. Chegaram lá na quinta-feira de madrugada (horário de Brasília). O que eu não chorei no aeroporto, eu choro agora. Tonta eu? Claro!

Sou descendente de japonês. Meu avô veio para o Brasil ainda bebê, e o motivo pelo qual os pais dele vieram é desconhecido por toda a minha família. Graças a esse meu avô, o senhor Zensaku Nambara (sem piadas, por favor…) posso dizer que sou sansei-mestiça (já que tenho um pé lá na Itália), e com esse título eu ganho a liberdade de poder ir trabalhar lá no país do sol nascente e ficar rica!
Tá certo, não tem como ficar rica, mas dá para juntar uma grana boa. Trabalhando, é claro, umas 15 horas por dia e, praticamente, todos os dias, de segunda a segunda.
O mais legal é poder ir para lá e ficar, no máximo, 5 anos. Tendo que voltar, somente, para renovar o passaporte. Penso em ir para lá assim que terminar a faculdade, ficar trabalhando uns 4 meses, e com o dinheiro que eu ajuntaria nesses 4 meses, viajaria pelo mundo, ou melhor, pela Europa.
Tenho primos que estão lá, e não sei se vão voltar para cá. E agora, a minha irmã inventou de ir também e, pelo visto, a coisa tá séria. Se tudo ocorrer como o previsto, comecinho de fevereiro eles (ela e o marido) estarão voando para lá.
Seria mentira se eu dissesse que não vou sentir a falta dela. Embora eu tenha convivido com ela, somente 10 anos da minha vida. Ela é a minha irmã mais velha, um orgulho e um espelho para mim. Por mais que ela me irrite em algumas coisa, existem outras que fazem com que eu simplesmente esqueça dessas pequenas irritações.
E ela vai me abandonar de novo. E eu vou chorar feito a criança de 10 anos que chorou no dia em que percebeu que a cama ao lado da dela estaria vazia para sempre.



