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Muito se fala desse filme, principalmente, nos food blogs, tudo por causa de Julia Child, uma famosa cozinheira da mão cheia, que estrelava um programa culinário nos EUA nas décadas de 60/70/80. “The French Chef” era o nome do programa, e o intuito era introduzir a cozinha francesa aos americanos. Julia viveu em Paris com seu marido Paul, e foi lá que aprendeu a cozinhar e começou a escrever seu livro mais famoso “Mastering the Art of French Cooking” numa tradução livre “Dominando a Arte da Cozinha Francesa” com a colaboração de Simone Beck.
Falando agora de Julie Powell, uma americana que estava entrando em crise emocional e beirando aos trinta anos, resolve enfrentar um projeto um tanto ousado, fazer em 365 dias as 524 receitas do famoso livro de Julia Child. Para isso, ela decide colocar todas as suas peripécias num blog, com a ajuda do marido, Eric.
O blog virou um livro e o livro virou um filme, estrelado por Meryl Streep, como Julia Child, e Amy Addams, como Julie Powell. Muitos dizem que talvez, Meryl Streep ganhe o Oscar ano que vem. Certo é que a at
uação dela está excelente, incrível e deslumbrante, uma Julia Child como Julia Child, mas acho que não é para tanto. Adoro a Meryl Streep, mas vamos com calma. (haha)
Não li o livro até o final, por simples e pura falta de tempo. Queria terminar de ler antes de ver o filme, mas minha curiosidade foi maior.
Todas as críticas do filme ressaltam a atuação de Meryl Streep, e de como o filme é maravilhoso. Eu me pergunto: “será que eu vi o mesmo filme que essas pessoas?”. Não que o filme não seja maravilhoso, ele é, mas o livro é muito mais aventureiro e muito mais emocionante que o filme.
Julie & Julia, o filme, é muito mais Julia Child que Julie Powell. É uma mini biografia de Julia Child, e de como surgiu o seu grande livro. Agora o livro, Julie & Julia, tem muito mais Julie Powell, e das suas grandes aventuras pela culinária francesa. Não estou achando ruim, não é isso, mas que faltou um pouco mais de história contemporânea de Julie Powell, isso faltou um pouquinho. Lagostas vivas, miúdos, maionese, boeuf bourguignos e as bebidas ficaram um pouco superficiais na história do filme.
Acho que me decepcionei um pouco, porque esperava muito mais das aventuras de Julie Powell, de muito mais comida e muito mais amigos se divertindo. E o que os outros esperavam era muito mais Julia Child, e seu descobrimento da cozinha francesa.
De qualquer forma, vale a pena num domingo a tarde, regada a pipoca com bastante manteiga e um coca-cola gelada.
Bon Appetit!
Como estou numa maré de azar e não poderia deixar de ser, terça-feira, um caminhão passou pela minha rua e arrancou TODOS os fios possíveis do poste, e detalhe: só da minha casa. Foi eletricidade, foi telefone e foi NET. A eletropaulo e a telefônica arrumaram os fios no mesmo dia. Q? Isso mesmo! Ponto para eles, agora a NET…
Só soubemos que estávamos sem NET 18 horas da terça-feira, horário que meu irmão chega em casa. Minha mãe liga para o atendimento e diz o problema, o rapaz nos alerta que dentro de 3 horas alguém estaria em casa para solucionar.
Uhrum.
No dia seguinte, 9:20 eu ligo para a NET de novo, e a mesma ladainha, “dentro de 3 horas alguém estará aí para resolver o problema”.
Brinks, meninë!
À tarde, ligo outra vez, e me deixam esperando mais de 15 minutos no telefone. Desliguei. Minha mãe liga de volta e fala com uma tal de “Keiti Marques”. A mulher deixa minha mãe pendurada no telefone durante 30 minutos. 30 MINUTOS! A mamis então, bufando feito um dragão, pede para falar com o supervisor, D. Keiti diz: “eu mesma sou a minha supervisora”. HAHAHAHAHA..
TÁ DE BRINKS, AMIGUE?
Minha mãe fala umas poucas e boas, nisto que a Keiti Marques diz: “não posso deixar a senhora falar com o supervisor sem saber o assunto.”
AI, JESUSAPAGAALUZ!
No que minha mãe solta: “eu quero falar sobre esse péssimo atendimento!”
Enfim, a saga ainda continua. Ligamos de novo e é sempre a mesma coisa. Alguns atendentes são mais simpáticos que outros, mas mesmo assim, né? Sou cliente, sous consumidora, pago as contas, e só porque eu moro na putaquepariu não me atendem bem? Não resolvem meu problema?
Se eu morasse nos Jardins já teriam resolvido meu problema!NOT!
Update: Depois de ameaças do tipo, “vou lá perder meu tempo indo ao Procon”, lá pela 16 horas tinha alguém da NET aqui em casa para resolvero problema!
UFA!
Lado B é um musical que é sequência de A Sessão da Tarde.
A peça é baseada no “Quase Famosos”, de Cameron Crowe, e conta com repertório musical a lá Cazuza e Renato Russo, entre outros.
A história é quase a mesma de “A Sessão”: amigos que decidem formar uma banda. Entretanto, em Lado B, a banda está em turnê pelo interior de São Paulo e tem a participação das tietes e de um inexperiente jornalista.
Lili, interpretada por Rosy Aragão, faz muito bem o estilo Penny Lane de ser. Se você assistiu “A Sessão” vai se surpreendar com a atriz, assim como eu me surpreendi. Da doce e meiga Alice, a sexy e provocante Lili.
Talvez essa seja a única ressalva a ser feita de Lado B.
O conto é um pouco dramático demais, comparando com “A Sessão”. E é aí que reside o erro.
Não se pode comparar as duas peças, porque uma não tem a ver com a outra. Embora possamos perceber algumas piadinhas internas. E foi aí que eu errei. Fui assistir “Lado B” com a mesma impressão que tive de “A Sessão” e não pode. Não pode, não!
Teve pessoas que gargalharam, mas eu só dei algumas risadas. Teve hora que fiquei com cara de “hein?”, mas tudo bem, acho que faz parte.
Não vou desmerecer nem um pouco essa peça, que aliás, recomendo muito. Há ótimos atores/cantores, e é um repertório musical muito bom. Talvez você saia de lá pensando “mas, poxa, poderiam ter tocado essa outra, e aquela…”, mas é que você não foi assistir “A Sessão da Tarde”.
Lado B – Mudaram as Estações se encontra em cartaz toda terça-feira, às 21 horas no Teatro Folha, que fica no shopping Higienópolis e vai ficar até final do mês de Agosto.
E em Setembro, a Cia. de Teatro Rock (que faz “A Sessão” e “Lado B”), colocará em cartaz uma peça chamada “Se Essa Rua Fosse Minha”, com músicas de Chico e Caetano.
Pelo que eu entendi, o tema abordado nessa peça será a ditadura, portanto, percebe-se que não será nada no estilo engraçadinho para criança rir, e, por isso, acredito que será muito mais interessante.
Quarta-feira passada eu fui assistir esse musical que se encontra em cartaz até o dia 14 de fevereiro, de quarta e quinta-feira, às 21 horas, no Teatro Folha. Pode ser que ele tenha referências (muito) mais velhas do que eu, mas não nego que me divertir pra caramba e recomendo para todo mundo! Tanto tempo que a minha barriga não doía de tanto rir, ou que lágrimas não rolavam pelo meu rosto de tanto…rir também. É, eu ri pra caramba!
O musical conta a história de uma banda em formação, e um grupo de amigos, nos meados dos anos 80. Com referências, roupas e o linguajar dessa época, é impossível não querer voltar no tempo. Músicas do tipo Cazuza, Roupa Nova, Kid Abelha, entre outras estão no repertório da moçada. Além de um clipe do Michael Jackson, que eles conseguiram fazer com que fosse a melhor parte da peça. E, sem contar, nas dancinhas do tipo Menudos e Dominó, sacou?
No elenco está Ivan Parente, aquele mesmo do Teatro Mágico, e muitos outros cantores e atores talentosíssimos. Poxa, dá até vontade de fazer teatro, mas tipo assim, cara, minha timidez não deixa. Haha.
Então está aí, a dica da semana. Sem mais delongas e chororôs. Vambora assistir de novo!
Ingressos:
Inteira: 20 conto
Meia: 10 reaus
[Update]: Como muitas pessoas procuram sobre a peça, e caem no meu blog, lhes digo, caríssimos, a peça agora se chama “A SESSÃO DA TARDE – REMIX” e está em cartaz todas as quarta-feiras, às 21 horas, no Clube Caravaggio, Rua Álvaro de Carvalho, nº 40, próximo ao metrô Anhangabaú.



