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Doismileoitoponto final.

E acabou o que eu achei que seria um dos melhores ano da minha vida! Não posso reclamar, afinal, muita saúde e amadurecimento floresceram neste ano. Acredito que tenho muito o que agradecer, e não me surpreende se 2009 não me trouxer muitas surpresas. Tô feliz com o que tenho.

Não posso dizer que me sinto realizada, porque ainda sou muito nova para tal feito.  Porém acredito que estou caminhando para a estrada certa. Minhas escolhas não estão me fazendo perder a esperança na vida, porém muito pelo contrário.

2009 será um ano de reciclagem. Último ano da faculdade, não há muito do que se esperar. Começarei meu inglês, finalmente, e os planos de amadurecer e ganhar mais responsabilidade dentro da fábrica só aumentam.

Não, eu nunca quis, de fato, trabalhar lá.

Sempre pensei em trabalhar em uma grande agência de comunicação, com todos aqueles horários malucos, e aquela correria para terminar a campanha, sonhava com isso,  mas não sei por que, de repente estou pegando o gosto de ser uma mulher de negócios. E eu não vejo a hora de a fábrica estar linda, de ser uma fábrica de verdade!

Eu imagino que 2009 vá passar assim,  como se fosse aquela leve brisa gostosa de fim de tarde. Mas, eu anseio mesmo é por 2010. Meus grandes planos, guardei para ele.

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Livros

“Os Contos de Beedle, o Bardo” que é uma coletânea de vários “contos de fadas” bruxos. Muito legal para quem está com saudade de novidade de HP.

Um guia muito bonito e muito eficiente para planejar uma viagem à NY. *em inglês

Um livro da história mundial a partir da década de 50, que conta, através de fotografias tiradas pela famosa agência Magnum, fatos históricos que marcaram décadas.

Presentes vindos do Japão

Presentes vindos do Japão

Minha irmã mandou uma caixa do Japão com presentes para todo mundo. Esses eu que ganhei. A caixa chegou exatamente no dia de Natal, mas como foi entregue na casa da irmã do meu cunhado, eu só pude pegar minhas coisas dia 25. Mas, ah, que alegria! A gente pensava que a caixa só ia chegar lá pra fevereiro, já que ela viria tanto por avião quanto por navio. Mas não teve dia melhor pra chegar, não? A maior surpresa foi o creme da Victória’s Secret. Gosto tanto, porque esse cheiro me lembra a Fá, como já disse aqui.

Além disso tudo, ainda veio chocolates, que foram meus pais que ganharam, mas até parece que eu não vou roubar alguns, huh?

E assim se foi mais um Natal. Cheio de esperança e alegria.

Quem sabe, em 2009, essa “árvore” não será exatamente desse jeito, hein? Tudo é possível! Até com photoshop! ;)

Conseguimos contratar uma pessoa pro escriório. Adorei ela. Organizada, aprede rápido, pró-ativa e tal. Beleza. O problema agora é: eu fico lá sem fazer nada, e por quê, vocês perguntam. Porque eu não tenho o direito de tomar decisão nenhuma, então fica tudo aquilo no “tudo certo e nada resolvido”.

Tô sem foco, sem prioridade. Tô perdidona, português bem claro. HUNF.

Será que estou me sentindo assim porque hoje é segunda? Oh, Deus, tomara!

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Ah, isso eu tenho que contar, porque assim, não sou uma pessoa que se lembra dos sonhos, e quando se lembra, os sonhos nunca são tão legais assim para serem contados.

É o seguinte, o primeiro sonho (e mais legal que o outro), tinha como integrante eu, Angelina Jolie, Shiloh, sua filha, Katie Holmes e a Suri. Foi um sonho um tanto quanto peculiar, porque como todos sabem, Shiloh é filha de Angelina com o Brad, né? Só que no meu sonho, ela não era. Angelina estava grávida, e sua barriga estava protegida por uma caixa de papelão (qqq). Aí, a Angelina falava assim pra mim: “Eu não posso perder esse bebê! Ele é o único filho legítimo meu e do Brad!”, aí eu falava pra ela: “Calma, Angelina, tudo vai ficar bem! Você vai ter o seu bebê legítimo do Brad!”. HAHAHAHA.

Katie Holmes e a Suri eram personagens muito secundárias, apareciam mais como figurantes. HAHA. Só me lembro que a Suri era meio insuportável, enjoada, mimada demais. Ao contrário da Shiloh, que era super doce, e vinha brincar comigo.

Ah, o lugar era a casa da Angelina, e era uma casa muito muito simples, porém grande, mas nada glamurosa.

E fim do sonho.

O outro sonho, só sonhei com pessoas mortas, e o mais interessante é que eram da família do meu pai. Na noite da última quarta-feira, morreu a vó de uma amiga minha, e eu conhecia a D. Odete e tudo o mais. Acho que devo ter ficado muito impressionada, que acabei sonhando isso.

Foram três pessoas, tia Laide (tia do meu pai), minha bisa (que chamávamos de nona), e meu vô! Tia Laide estava com a mesma feição, já minha bisa e meu vô não. Minha bisa estava muito mais nova, tinha cabelão bonito, e usava um vestido florido, e meu vô era alto e magro.

Na vida real, eu conheci minha bisa já beeeeeem velhinha, então ela usava aquelas roupas velhinhas e sempre um lenço na cabeça, e meu vô não cheguei a conhecer, mas minha mãe disse que ele era baixinho e gordinho. O Espiritismo fala que depois que a pessoa morre, ela pode ter a feição que ela quiser, e é assim que eu acho que eles estão agora.

Enfim, o interessante é que sabíamos que eles estavam mortos, daí minha tia Laide nos disse:”Aproveitem que vocês podem conversar com eles!”. E quando ela falou isso, fui correndo abraçar meu avô. Depois, meu avô e minha bisa começaram a conversar sobre uma certa chácara, e eu fiquei observando os dois, e ouvia aquela conversa gostosa, na cozinha da casa. De repente, eu comecei a chorar, porque sabia que aquilo tudo não era verdade, e que aquela sensação não seria pra sempre. Por míseros segundos eu me senti muito feliz, com minha nona, com meu vô, mas aí a tristeza bateu, e desabei a chorar. Não gostei mais da situação, e acordei.

É claro que ao acordar, chorei horrores, e posso chorar de novo se lembrar da sensação, mas o mais estranho é que minha vó não estava no sonho, e só sonhei com a família do meu pai, sendo que os meus avós maternos, também já morreram.

A maioria dos meus sonhos sempre são reais assim, como este último, dificilmente sonho coisa gostosa e extraordinária, só sei que esse da Angelina ficou pra história!

P.s.: As fotos não são minhas

Quem me conhece, com certeza diria que eu não sou para jogos de futebol e muito menos estádios lotados. E, de fato, eu não sou. Mas, para tudo tem uma primeira vez, não é?

Já fui fanática pelo Corinthians. Fanática de assistir todos os jogos pela Globo, saber os nomes dos jogadores e ir com camiseta do time para o colégio no dia seguinte. Mas isso faz o que, uns 9 anos atrás. Até que resolvi parar com esse fanatismo que me deixava mal. Ficava muito ansiosa, seja se o Timão ganhasse ou perdesse, e ficar ansiosa não faz bem para ninguém, tanto que eu não dormia direito depois da partida e ia para a escola toda podre depois.

Os anos se passaram e eu parei de assistir jogos de futebol, parei de me interessar sobre o Corinthians e sobre qualquer outro time, simplesmente parei com tudo.

Hoje, não sei mais nada sobre o que acontece no mundo futebolístico e, principalmente, Corintiano, mas, mesmo assim, sábado passado fui convidada a ir até o Pacaembu assistir Corinthians e América do Rio Grande do Norte. De início dei aquela hesitada básica, mas concordei em ir, até porque em 20 anos nunca pisei em estádio de futebol, a não ser aqueles minúsculos quando tinha jogo do time da escola.

E eu lhes digo, caríssimos, foi uma ótima experiência!

É claro que eu não fiquei com quem bagunçava, eu fiquei ali, com a velha guarda, com a família, toda bonitinha, sentadinha nas cadeiras numeradas (e cobertas, amém). E, para minha surpresa, como tinha criança naquele estádio, meu Deus. Ou estava vendo uma partida de futebol ou o Criança Esperança, pensei. Mas foi lindinho mesmo assim.

Um menininho sentou do meu lado, e ele estava com o vô. O vô carregava aqueles radinhos de pilha, muito old school. E também era a primeira vez do menininho em um estádio de futebol, assim como eu. :D

O jogo começou e tudo pareceu meio morno. O sono bateu. O tédio bateu. A emoção bateu. 3 gols bateram e arrebentaram o América do RN! Não tomei sorvete, nem comi Doritos, nem tomei Coca-cola em copo de Pepsi. Se foram mais de 90 minutos da minha vida, em um estádio de futebol lindo. O pôr-so-sol veio e bateu aquela brisa de fim de tarde, que só aquela brisa de fim tarde sabe o que é.

Ah, mas valeu a pena. Não voltei a ser torcedora fanática, para tristeza do meu namorado, mas foi bom.Talvez seja a primeira de muitas impressões que virão!

Terminei de ler “O Iluminado”, de Stephen King e, logo em seguida, eu assisti ao filme produzido pelo Kubrick.

Ok, Stanley Kubrick não conseguiu me surpreender (de novo), mas para sua (e minha) sorte, ele não me decepcionou, afinal de contas, falamos de Stanley Kubrick, meus senhores, e de um dos melhores filmes de terror dos últimos tempos.

Mas, honestamente, o livro é melhor.

A história de Stephen King é mais emocionante do que a retratada no filme, entretanto, tenho que dar os meus parabéns pela escolha do Hotel Overlook feita pelo mestre do cinema. O hotel é simplesmente divino. Minha imaginação não conseguiu captar tamanha elegância.

Bem, no livro, há a história das vespas, do playground, dos mafiosos e dos animais de arbustos que ficam guardando a entrada do Hotel. Percebe-se o amor que Danny tem pelo pai, e o ciúme, mesmo que pequeno que Wendy sente desse amor. O baile de máscaras. O homem vestido de cachorro. Também há a explicação para o Tony, o qual Kubrick retratou de uma forma bem bizarrinha. Enfim, há coisas que poderiam estar no filme, e outras coisas que poderiam ser diferentes.

Muita gente prefere ler o livro a assistir ao filme, mas tem vezes que assistir ao filme já basta. É o que acontece com a trilogia de J. R. R. Tolkien. Não consegui ler os livros, porque Tolkien é detalhista demais, e acaba cansando, embora eu tenha lido “O Hobbit” e adorado.

Já é a segunda vez que assisto a um filme do Kubrick baseado em livro, o primeiro foi Lolita, e o livro de Nabokov é bem melhor.

“O Iluminado” é um dos melhores filmes de terror, certo? Certo! Mas eu não senti medo algum. Talvez seja porque eu tenha lido o livro e já sabia o que ia acontecer, mas mesmo quando lia o livro, não sentia medo, diferente de como senti quando li “Carrie, a estranha”, e assisti ao filme de Brian De Palma.

Independente do filme, do livro, etc, a história é ótima. O poder do Hotel sobre Jack Torrance é, de fato, assombroso, aliás, o poder do Hotel sobre todo o seu território é assombroso, a história do hotel é macabra. O livro é sensacional, o filme é.. ahn…bonzinho. HAHA.

Por mais que Kubrick tenha sido um excelente cineasta, eu admito: nunca consegui assistir a um filme dele sem que desse uma cochiladinha. Pronto, falei!

Saiu a lista dos indicados ao Emmy, mas como há muita série que eu não sei de que raios de canal ela é, atenho-me apenas ao meu favorito, que foi indicado duas vezes:

- MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA

- MELHOR ROTEIRO DE SÉRIE DE COMÉDIA

que é o Flight of the Conchords.

Não assisti a nenhum capítulo da série, porque eu não sei onde passa, em que horário passa e, nem sabia que era série, porque o Julio malandrão só me mostrou os caras no youtube, e eu morri de rir com as músicas.

The Office também concorre, e seria a minha favorita se não existisse Flight of the Conchords, mas perdi as duas últimas temporadas, porque mudou de horário no Fx e aí já viu, né? 30 Rock também está na lista, mas não sei por que eu não assisto, e olha que eu gosto do Alec Baldwin e acho ele um galã do tipo super. E há Pushing Daisies, mas o tipo de comédia é tão diferente do resto dos indicados que se torna até meio ridículo, né mesmo?

Ah, e tem Jon Stewart também que concorre como “MELHOR PROGRAMA DE VARIEDADE, COMÉDIA OU MUSICAL”. =D

Lado B é um musical que é sequência de A Sessão da Tarde.
A peça é baseada no “Quase Famosos”, de Cameron Crowe, e conta com repertório musical a lá Cazuza e Renato Russo, entre outros.

A história é quase a mesma de “A Sessão”: amigos que decidem formar uma banda. Entretanto, em Lado B, a banda está em turnê pelo interior de São Paulo e tem a participação das tietes e de um inexperiente jornalista.
Lili, interpretada por Rosy Aragão, faz muito bem o estilo Penny Lane de ser. Se você assistiu “A Sessão” vai se surpreendar com a atriz, assim como eu me surpreendi. Da doce e meiga Alice, a sexy e provocante Lili.
Talvez essa seja a única ressalva a ser feita de Lado B.

O conto é um pouco dramático demais, comparando com “A Sessão”. E é aí que reside o erro.
Não se pode comparar as duas peças, porque uma não tem a ver com a outra. Embora possamos perceber algumas piadinhas internas. E foi aí que eu errei. Fui assistir “Lado B” com a mesma impressão que tive de “A Sessão” e não pode. Não pode, não!
Teve pessoas que gargalharam, mas eu só dei algumas risadas. Teve hora que fiquei com cara de “hein?”, mas tudo bem, acho que faz parte.

Não vou desmerecer nem um pouco essa peça, que aliás, recomendo muito. Há ótimos atores/cantores, e é um repertório musical muito bom. Talvez você saia de lá pensando “mas, poxa, poderiam ter tocado essa outra, e aquela…”, mas é que você não foi assistir “A Sessão da Tarde”.

Lado B – Mudaram as Estações se encontra em cartaz toda terça-feira, às 21 horas no Teatro Folha, que fica no shopping Higienópolis e vai ficar até final do mês de Agosto.

E em Setembro, a Cia. de Teatro Rock (que faz “A Sessão” e “Lado B”), colocará em cartaz uma peça chamada “Se Essa Rua Fosse Minha”, com músicas de Chico e Caetano.
Pelo que eu entendi, o tema abordado nessa peça será a ditadura, portanto, percebe-se que não será nada no estilo engraçadinho para criança rir, e, por isso, acredito que será muito mais interessante.

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